sábado, 15 de outubro de 2011

A IMPORTÂNCIA DO ESPORTE NA VIDA HUMANA.

ESPORTE NA VIDA HUMANA .

O homem moderno vem deixando de lado as práticas esportivas, o que muitas vezes leva a um estilo de vida sedentário e provoca distúrbios como má alimentação, obesidade, tabagismo, estresse, doenças coronarianas, etc.
Como reação a essa atitude, a ciência do esporte vem desenvolvendo estudos e demonstrando a importância que a prática constante de uma atividade física bem planejada tem para que as pessoas possam ter uma vida mais saudável.
Motivos importantes para a prática da atividade física

Auto estima :
A prática regular de exercícios aumenta a confiança do indivíduo.

Capacidade Mental :
Pessoas ativas apresentam reflexos mais rápidos, maior nível de concentração e memória mais apurada.

Colesterol:
Exercícios vigorosos e regulares aumentam os níveis de HDL (lipoproteína de alta densidade, o “bom colesterol”) no sangue, fator associado à redução dos riscos de doenças cardíacas.

Depressão:
Pessoas com depressão branda ou moderada, que praticam exercícios de 15 a 30 minutos em dia alternados, experimentam uma variação positiva do humor já após a terceira semana de atividade.

Doenças Crônicas:
Os sedentários são duas vezes mais propensos a desenvolver doenças cadíacas. A atividade física regula a taxa de açúcar no sangue, reduzindo o risco de diabetes.

Envelhecimento :
Ao fortalecer os músculos e o coração, e ao amenizar o declínio das habilidades físicas, os exercícios podem ajudar a manter a independência física e a habilidade para o trabalho, retardando o processo de envelhecimento.
Esporte educacional e a formação humana desporto conhecido como é hoje, ou o desporto moderno, toma forma nas escolas da Inglaterra do século XVIII, berço do capitalismo.
Cercados pela ideologia capitalista, a qual prega a ordem, o racionalismo, a competição e a iniciativa individual, os alunos das escolas inglesas desenvolvem um novo formato para os jogos populares de então, dando origem ao Desporto. Surgem os campeonatos entre as escolas, os clubes e depois as confederações e federações, instrumentos que a pouco e pouco vão legitimando a prática e desportiva.
Após a consolidação do capitalismo e sua dispersão por todo o mundo, a instituição desportiva, antes restrita ao mundo europeu, vai ganhando espaço nos outros continentes. Seguindo a mesma lógica da voracidade capitalista, o Desporto liga-se às culturas e toma o espaço de práticas populares, veiculando a ideologia capitalista mundialmente.
Entre outros factores, pelo seu potencial catártico, que possibilita ao espectador um bem estar através do processo de transferência de seus próprios problemas ao ambiente de jogo, o Esporte passa a ser um grande aglutinador de massas. Aproveitando essa potencialidade do fenómeno, empresários apropriam-se das diferentes esferas relacionadas ao Desporto: equipamento, clubes, acessórios, canais de televisão, entre outros. E por sua vez, o Estado também passa a usar o Desporto em busca de popularidade e projecção internacional.
Unido à mídia corporativa, interessada em mais espaço e lucro para seus patrocinadores, o esporte sofre intensas transformações, sobretudo na forma como é transmitido. Acentua-se o carácter espetacular das competições, o que se torna visível através da presença d e televisores nos estádios, existência de canais de televisão especializados no assunto, aumento da prática de “desportos da moda” e extrema valorização e influência social dos atletas mais bem sucedidos. Conceituando essa nova fase do esporte, surge a expressão “Desporto Espectáculo”, modelo actual do fenómeno aqui tratado.
Para o especialista em antropologia social Arlei Damo, uma competição desportiva é "até certo ponto" uma ilusão, pois não tem impacto na vida ou no dia-a-dia das pessoas, excepto daqueles directamente ligados à prática do desporto.[2]
saúde humana está totalmente ligada ao esporte. A prática da atividade física garante melhor qualidade de vida para as pessoas que exercem algum tipo de exercício e diminui o estresse. Para unir os dois extremos, a Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação criou o Programa “Saúde no Esporte” (PSE).
O responsável pelo Programa, Dr. Carlos Vazzoler, explica. “Esse Programa está sendo desenvolvido com parceria entre várias secretarias municipais. Além da secretaria do esporte, as pastas de Saúde, do Verde e Meio Ambiente e da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida estão engajadas nessa idéia”.
Atualmente, a alimentação inadequada, com o consumo excessivo de açúcar e gorduras saturadas e o uso de bebidas alcoólicas, do tabaco e drogas ilícitas compromete o bem-estar e torna o processo de envelhecimento da população brasileira similar à de países desenvolvidos. Por exemplo, pessoas com mais de 45 anos respondem por 70% dos casos de artrite/reumatismo, câncer, diabetes, hipertensão e doenças de coração. Os mais jovens também precisam ser orientados, já que as conseqüências causadas pelo uso em excesso de web, games e TV podem ser pior do que parece.Muitos estudiosos, passando pela filosofia à psicologia, tem se debruçado para o entendimento da formação humana, analisando o comportamento social e pessoal dos indivíduos com o mundo e consigo mesmos. A psicologia educacional do esporte expressa seus pensamentos através de métodos de planejamentos pedagógicos com a ideia de humanização no processo de formação do ser que tem como objetivo intrínseco a continuidade de forma autônoma, tornando-a parte da personalidade do homem, mesmo este não sendo um atleta no futuro, mas os ensinamentos que o esporte lhe deu, o acompanhará ao longo de sua vida e mantendo vivo o cultivo para os seus espaços sociais e tomando conta de si, compreendendo a estrutura, dinâmica e interdependência através dos seguintes aspectos:
O conceito de esporte educacional surge a partir da Carta Internacional da Educação Física, elaborada pela UNESCO, que renovou os conceitos do esporte em função da reação mundial pelo uso político do esporte durante a Guerra Fria.
No Brasil a prática do esporte educacional é bastante recente, iniciando-se alguns debates apenas em 1985, por ocasião dos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs). Em 1993 a Lei 8672/1993 e o Decreto 981/1993 reforçam o conceito de esporte educacional ao afirmar que a hipercompetitividade e a alta seletividade invalidam a prática esportiva educacional que deverá promover os seguintes itens:

Qual a importância do esporte para o cérebro:
Suar faz bem ao cérebro:

Já se foram os tempos em que o exercício físico era recomendado apenas para manter o coração saudável, o colesterol baixo e a pressão arterial sob controle. Hoje ele é indicado também para manter a saúde do cérebro: combate os efeitos nocivos do estresse crônico, a depressão, a ansiedade, melhora a memória e o aprendizado e ainda faz o cérebro produzir substâncias que mantêm os neurônios saudáveis e mais resistentes a danos.
O exercício físico regular é hoje considerado o que há de mais próximo de um elixir da juventude: ele faz o corpo aumentar a liberação de dois hormônios, o IGF-1 e o hormônio do crescimento, cuja redução com o passar dos anos está associada ao envelhecimento normal do corpo e da mente. Com mais idade e cada vez menos desses hormônios, o corpo acumula gordura, perde massa muscular, potência cardíaca e elasticidade das artérias e, de quebra, ainda perde neurônios no cérebro, sobretudo se o estresse for uma constante na vida.
Tudo isso é inevitável para quem leva uma vida sedentária --- mas muda drasticamente quando se começa a suar com regularidade. Cada vez que você corre, pula, joga bola ou anda rápido o suficiente para suar, seu corpo secreta hormônio do crescimento e IGF-1 no sangue. Os dois são grandes responsáveis pelos benefícios do exercício para a saúde: a massa muscular aumenta, o índice de gordura corporal diminui, os ossos e o coração se fortalecem e até a produção de colágeno da pele aumenta, o que ajuda a manter o aspecto jovem.
E os benefícios não param aí. O IGF-1 do sangue entra no cérebro e aumenta a produção de um fator de crescimento que mantém os neurônios saudáveis, faz com que mais neurônios novos nasçam na estrutura responsável por memórias novas e protege os neurônios de insultos como isquemias e derrames. Como resultado, a memória melhora, as respostas ao estresse se tornam mais saudáveis, a ansiedade diminui. Além disso, o exercício ainda ativa o sistema de recompensa, gerando prazer e bem-estar, e aumenta a produção de prolactina, hormônio que traz uma sensação de tranqüilidade.
Não fomos feitos para ficar sentados no sofá. Os confortos da vida moderna são ótimos, mas o sedentarismo talvez seja um grande responsável pelo lado ruim do envelhecimento. Não dá para parar o tempo, mas reverter os seus efeitos indesejáveis sobre corpo e cérebro está ao alcance de todos.

Basta suar a camisa.
Não muitos tempos atrás a escolas eram distantes, de nossas casas, era percorrido muitos kilômetro até a escola e era feito no lombo de cavalo ou então a pé. De sertanejos todos nós temos um pouco, somente os que moravam em centros grandes tinha esse privilégio de morar perto das escolas. Segundo os especialistas, as gerações mais antigas eram mais inteligentes, tinha um raciocínio mais saudável, isso explica que os exercícios físicos deixam o nosso corpo muito mais saudável, disso não temos dúvidas. Se por um lado a tecnologia nos trouxe evolução, por outro lado influenciou e muito em nossa saúde. Os grandes líderes que atravessaram o mundo com suas invenções, criações, descobertas e sabedoria, saíram do meio rural, porque naqueles tempos não havia computador, automóveis e outras máquinas sofisticadas os meios de transportes mais usados eram os animais e a famosa bicicleta, que exigia de seus pilotos muita energia para conduzir, com os efeitos deste esforço conduzia para seu organismo substâncias nociva para a sua saúde. Por esse motivo os jovens de antigamente eram muito mais saudáveis e inteligentes. Drogas de todas as espécies não se cogitavam, hoje esta destruindo o ser humano. Eu posso dizer com muita autoridade e orgulho, que andava oito kilômetro para ir a escola e mais oito para vir, praticava muito esporte cresci jogando futebol, só parei quando a minha idade não permitia. Se hoje sou um homem com 68 anos saudável e aparentemente não represento essa idade é porque vivi em outras épocas, os jovens ficavam distantes de tudo que era prejudicial a sua saúde mental social e intelectual. Hoje também pode os jovens optar pelo que é saudável basta tomar atitudes e escolher a sua melhor opção, isso se quiser ser feliz, a escolha é sua.

2 Comentários:

Às 21 de abril de 2014 21:03 , Anonymous Anônimo disse...

Doenças Crônicas:
Os sedentários são duas vezes mais propensos a desenvolver doenças cadíacas. Cadíacas?

 
Às 30 de agosto de 2014 15:27 , Blogger Natanael Sousa disse...

Este comentário foi removido pelo autor.

 

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